domingo, 29 de março de 2009

Nova Tecnologia

A postagem do meu colega Giordano sobre a aula do dia 26 foi perfeita.Não tenho muito o que complementar. Mas lá vou eu. Como os professores já haviam falado em aula sobre o papel digital, ele seria uma proposta quase que perfeita para as mudanças que têm ocorrido pelo mundo, no que diz respeito às tecnologias. Contudo, esse aparelhinho é muito caro para as pessoas com menos instruções adquerirem. Segundo meus professores Fábian e Eduardo ( que tem a Zero Hora como exemplo, pois trabalharam lá) as empresas de comunicação, no início, deveriam distribuir de graça essas novas máquinas. Assim, eles preservariam os clientes antigos e conquistariam os novos, gerando lucros futuros.Vale a pena! No início, nem eu tinha entendido esse raciocínio, agora está fácil.O dinheiro que é gasto com todo o material para o abastecimento de um jornal, as chapas de alumíneo disperdiçadas (que na reciclagem não têm reembolso), as máquinas milionárias que tem de ser substituídas com o tempo e uma porção de aparelhagens que envolvem os gastos de um jornal, não dá o mesmo lucro que dará o papel digital. É só fazer a conta: 300 dólares(preço do aparelho) para cada assinante, não daria a dispesa do mundo que é um jornal.
Os jornais, antes de "enfiar os pés pelas mãos", tem que observar o mercado interno e externo, junto com o desenvolvimento do papel digital no mundo, como ele é aceito por todos. Mas não dá para demorar. As árvores não esperam para serem cortadas. Alguém tem que começar a mudar a mentalidade das pessoas.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Papel digital x Internet

Na aula de hoje (26 de março), fomos apresentados ao método de produção de um jornal, tanto a parte intelectual quanto a parte de impressão, organização e encadernamento. Esta última, feita principalmente por máquinas gigantescas, que imprimem e organizam páginas a uma velocidade absurda. Tudo na parte de impressão de um jornal parece ter números absurdos: a velocidade da impressão, o preço dessas máquinas, a quantidade de papel usado e perdido. Calcula-se que numa edição de jornal são gastas 1000 edições somente para teste das máquinas. E isso nas máquinas mais novas: nas mais antigas, os números de jornais perdidos são muito maiores. Visto tudo isso, ficou claro que o jornal, na sua encarnação tradicional de papel, deve e irá morrer. É um desperdício inútil, pois hoje em dia podemos publicar notícias na internet sem cortar uma árvore nem gastar dinheiro com um maquinário gigantesco. Feita essa constatação, fomos apresentados a um possível substituto do jornal-papel: o papel digital.

O papel digital é portátil, como o jornal, mas diferente deste pode ser atualizado e não precisa ser jogado fora depois de lido. Ele é teoricamente um papel infinito: em uma folha de papel digital cabem centenas de páginas de um jornal comum. O aspecto gráfico de uma página de jornal pode ser mantido o mesmo, assim como a diagramação, e para parecer mais ainda com uma página de verdade ele não emite luz própria. Não se trata de uma tela de computador: é como se fosse, realmente, um papel que pode ser impresso e reimpresso diversas vezes. O usuário do papel digital pode baixar jornais com notícias atualizadas diversas vezes ao dia. Ele nunca fica desatualizado. Ele não gasta papel. Ele não cansa os olhos. É o substituto ideal para o jornal atual.

Um colega, porém, fez uma constatação interessante, que pôs em cheque a utilidade do papel digital: não seria ler um jornal nele a mesma coisa que acessar uma página de notícias na internet? Lá eu tenho notícias atualizadas, e, caso esteja acessando a internet por meio de um laptop ou celular com tecnologia 3G, posso lê-las em qualquer lugar. Por que alguém pagaria 300 dólares pelo papel digital, se pode acessar a internet para buscar notícias e fazer muito mais? Pode-se argumentar que a interface do papel digital é direcionada totalmente para a leitura, que toda a diagramação das páginas será feita de modo a imitar a de um jornal tradicional e que ele é muito fácil de transportar, mas serão esses argumentos razoáveis para convencer a quem já está acostumado a ler na internet? E, mais difícil ainda, será possível convencer quem passou a vida inteira lendo jornal em papel a mudar de mídia?

Para o jornal em papel digital triunfar, algumas coisas precisam ser feitas. Primeira: o preço deve baixar, e muito, pois ninguém com um laptop e internet vai desembolsar 300 dólares para poder ler notícias atualizadas minuto a minuto: eles já têm isso. O papel digital tem que baratear a ponto de ser tão banal quanto um celular simples é hoje em dia. Segunda: algum grande jornal vai ter que tomar a dianteira e se focar no papel digital, seja distribuindo-o de graça aos seus assinantes ou voltando-se totalmente para a produção de notícias nessa mídia. Terceira: através do marketing, deve-se convencer a população de que o papel digital é útil e de que qualquer um consegue usá-lo. Muita gente velha vai se assustar com a nova tecnologia, achando que nunca vai dominá-la, e vai se acomodar no velho jornal de papel. É preciso mudar os conceitos dessas pessoas. Tudo isso deve ser feito para talvez o papel digital triunfar. Eu digo talvez porque, no mundo de hoje, que muda tão rápido, tudo é difícil de se premeditar. Mas uma coisa é certa: sendo no futuro o jornal feito em papel comum, papel digital ou nenhum dos dois, ainda estaremos lá nós, jornalistas, exercendo nossa função. A mídia pode mudar. Nós permaneceremos.

-Giordano Tronco

quinta-feira, 19 de março de 2009






Olá!
Meu nome é Laura Martins de Moraes e comecei a fazer faculdade de Comunicação Social na Famecos há duas semanas. Quando estava estudando para o vestibular, minha grande expectativa era entrar logo na faculdade. Agora que já estou cursando Jornalismo, percebo que além da vontade de começar o curso, precisamos de muito estudo, dedicação, força de vontade e, acima de tudo, muita leitura. No início, estava bastante nervosa, um pouco perdida. Claro que isso é normal do começo de qualquer curso. Nesta cadeira de Laboratório de Jornalismo, estou aprendendo a me localizar nesse mundo novo da minha futura carreira. A disciplina é divertida (não esquecendo da responsabilidade) porque botamos a mão na massa!

p.s.: Nunca fiz um blog antes, desculpem qualquer erro. ;D

-Laura Martins


Blogs, fotologs, Youtube, Flickr, Twitter, LastFm, Facebook, Orkut... a internet está dominando o mundo. E isso tudo foi só na segunda aula. A internet, como um daqueles monstros de filmes de terror, está absorvendo tudo, rádio, tv, cinema, jornal, drenando os seus poderes e ficando mais forte. Isso está mudando tudo, especialmente o mundo do jornalismo, que precisa se adaptar aos novos tempos. Mas, com a ajuda dos meus excelentes (e meio malucos) professores de Laboratório de Jornalismo eu vi que não há o que temer. O segredo é ficar atualizado e calmo, mas num mundo que se renova segundo a segundo isso e bem difícil. Há 5 anos eu me considerava super informado sobre internet, hoje eu já pareço um velho desatualizado. Ainda bem que eu tenho a ajuda da Famecos, que está sempre um passo a frente do que está acontecendo agora.

-Giordano Tronco